quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

- Cura?!?!

* Por Adriana Pimentel
10/12/08


Para começar a falar de qualquer processo de cura, precisamos primeiramente falar da evolução que nosso planeta está passando, a forma como se vive, como se alimenta, a forma como nós dormimos, como exercitamos o nosso corpo...A incessante obsessão do ter.

Então não há uma única maneira correta de levar a cabo o processo de cura. Cada pessoa é singular e segue um caminho específico de desenvolvimento. Para nossa satisfação pessoal, precisamos encontrar um jeito de nos desenvolvermos e expressarmos nosso ser. Para tanto é necessário que cada um olhe honestamente para si mesmo.

É bem verdade que algumas pessoas tem mais facilidade deste olhar do que outras. Mas para começarmos a despertar esse olhar, podemos iniciar verificando como anda cada ponto de nossa vida, como anda o nosso lado espiritual, mental, emocional e físico e fazermos talvez as seguintes perguntas:



- Como anda meu cuidado com minha fonte espiritual?
- Estou satisfeito com meu intelecto?
- Aceito e compreendo minhas emoções? Percebo o que me incomoda?
- Sinto-me fisicamente saudável?

Talvez desta forma, quando paramos para verificar algumas dessas áreas, possamos nos deparar que uma delas ou mais precisam da nossa atenção, e consequentemente, cheguemos a conclusão que nenhum processo é hermeticamente fechado, ou seja, se estou bem espiritualmente e esqueço do corpo, não cuidando da alimentação, dos nossos hábitos e disciplina não teremos um equilibro adequado, porque as áreas estão interligadas, caminhando junto a todo momento.

Concluímos com tudo isso, que na verdade temos que aprender a ouvir o nosso corpo, e sendo ele o nosso amigo, podemos reconhecê-lo como tal. Afinal ele trabalha 24 horas por dia para nos mantermos vivos, então vamos aprender a nos comunicarmos com ele; lembrando também que a doença não é sempre um fato negativo, ela pode ser um motivo de aprendizado, de crescimento, podendo ser visto como um alerta, como uma oportunidade de olhar para si mesmo.

A caminhada sempre continuará, cada um no seu ritmo e na sua forma. Um primeiro passo é a aceitação da necessidade de que precisa ser ajudado. Para continuar a caminhada com liberdade, leveza, carinho consigo e reconhecimento de si mesmo.

Um comentário:

Catarina Marquez disse...

Adorei este artigo. Comecei a observar alguns pontos de minha vida e me serviu para refletir na forma como eu ajo. Obrigada e parabéns a profissional.

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